quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Luiz Teixeira quer turismo cada vez maior

Candidato a prefeito de Niquelândia, cidade do Norte de Goiás, caso volte ao Poder Executivo, Luiz Teixeira (PMDB) deseja investir fartamente no turismo, que gera renda, movimenta a economia

Uruaçu 04/10/12 - (Jota Marcelo - Blog do Jornal Cidade)

Eudes é contra a compra de votos

Eudes da Pax é contra a atitude de comprar votos
ou de prestar favor em troca de votos

Concorrendo ao cargo de vereador em Uruaçu, Norte de Goiás, Eudes Pereira de Oliveira (do PMDB - conhecido como Eudes da Pax ou Eudes da Funerária) pratica um trabalho diferenciado dentro das Eleições/2012 quando o assunto é pedir votos para o mesmo e a prefeitável aliada Solange Bertulino, também do PMDB.
Objetivo e olhando nos olhos das pessoas, Eudes se apresenta, solicita votos com educação, informando que sua pretensão, caso seja eleito, é ajudar Uruaçu desenvolver, ganhar qualidade de vida ao máximo.
Para exercer o cargo de vereador, o pretendente deve enxergar e praticar atuação coletiva no Poder Legislativo, visando o bem do Município e da população num todo, observa o vereadoriável, que destaca: não investe dinheiro tentando iludir o eleitorado, não compra votos e, diante de eleitores que pedem ajudas para ele em troca de votos, a resposta sempre é a mesma: “Não tenho como fazer isso, pois a Justiça Eleitoral proíbe”.
Exemplo bonito. A conduta de Eudes poderia ser seguida por outros concorrentes, o que não deixaria tão oneroso o custo da campanha de cada um.

Uruaçu 04/10/12 - (Jota Marcelo - Blog do Jornal Cidade)

Nova Iguaçu de Goiás

Renildo (PSDB) (esq.) e o vice-prefeitável Adalberto (PR) mantêm a calma em todas as iniciativas, para que o projeto de administrar o Município do Norte goiano prossiga dentro da normalidade. Uruaçu 04/10/12 - (Jota Marcelo - Blog do Jornal Cidade)

domingo, 23 de setembro de 2012

OPINIÃO - Editorial

Como vai o ‘marketing’, candidato?

Este Editorial aborda o marketing político na campanha eleitoral. Um religioso de prestígio grande da região Norte goiana dizia nos anos 1990 que não entraria na política com receio de virar picareta. Em determinadas ocasiões que reunia vários políticos, o então senador goiano Demóstenes Torres brincava: “Isso aqui tá igual o Butantan. Só tem ‘cobras’”, se referindo ao famoso Instituto localizado na capital São Paulo e um dos maiores centros de pesquisa biomédica do mundo, responsável por mais de 93 por cento do total de soros e vacinas produzidas no Brasil. Existe um ditado: ‘A dificuldade faz o sapo pular’. Já Maquiavel cravou: “Os fins justificam os meios.”
Adolpho Queiroz, organizador da obra Na arena do marketing político: ideologia e propaganda nas campanhas presidenciais brasileiras, diz que seu livro, lançado em 2006 pela paulistana Summus Editorial, ‘foi desenvolvido em torno de dois grandes eixos: a discussão teórica sobre a utilização do ‘marketing’ político; e as estratégias comunicacionais de campanhas presidenciais brasileiras no período republicano.’. O prefácio ficou por conta de Gaudêncio Torquato, professor, jornalista e consultor de comunicação. Para Torquato, o marketing é um fenômeno e, narra que o ‘marketing é um sistema-meio, com regras e métodos próprios de produção, e, como tal, se propõe servir à esfera mais ampla que o abriga, no caso, a esfera maior, o próprio sistema político. Ainda: o marketing não se restringe ao eixo da comunicação, como se tem feito entender no país. Abriga, além de vasta rede de comunicação, outros vetores como a pesquisa, o discurso, a articulação social e política e a mobilização das massas. Com esse escopo, o marketing político expressa um conjunto de formas e meios de operar a política, mudando seu modus operandi no tempo e no espaço. O marketing político é ciência, arte e técnica que se alimentam dos climas sociais, das identidades de atores principais e secundários, da geografia ambiental, do clima das circunstâncias, do sistema normativo, e, por consequência, é um espelho que projeta a imagem da própria cultura política.’.
Nesse sentido, assinala ele, ‘a leitura de abordagens, perfis, nuanças, eventos e estratégias de marketing político aponta para alguns ciclos políticos por que tem passado o país. Se há, porém, vetores imutáveis e intransferíveis nas etapas históricas do marketing desenvolvido entre nós, certamente incluem-se entre eles a improvisação, a intuição, a relatividade. Somos uma civilização dos Trópicos e, assim, acolhedora de uma maneira de ser identificada com vícios e mazelas provenientes do primeiro estágio civilizador. Quem não esbarra, todos os dias, com a (s) linguagem/atitudes do patrimonialismo autoritário (“você sabe com quem está falando?”), do corporativismo, da criatividade/sinuosidade (“jeitinho” brasileiro), da desorganização, do fingimento, cacoetes culturais que uma cultura anglo-saxã jamais admitiria? O Brasil, dentro dessa configuração, pode dizer que tem especificidades bem interessantes. Diz-se, até, que dos quatro tipos de sociedade que se conhecem, nosso país é uma delas: a inglesa, a mais civilizada, que permite tudo, com exceção do que é proibido; a alemã, em que tudo é proibido, salvo o que é permitido; a totalitária, em que tudo é proibido, mesmo aquilo que é permitido; e a brasileira, em que tudo é permitido, inclusive o que é proibido.’.
E: ‘Convivemos com um estado de anomia e desorganização, desvios que se transferem para os mecanismos de operação da política. Por isso, as atividades de marketing, entre nós, são eivadas de desconfiança. Vende-se, frequentemente, gato por lebre. Não por acaso, profissionais do marketing contemporâneo estão no olho do furacão que devasta as imagens dos sistemas político e governamental. É evidente que a modernização acarreta mudanças na ação e nas atitudes políticas. Já não podemos contar com a matreirice das velhas raposas políticas, que ditavam costumes e moda. Ontem, víamos um fingimento com certo traço de vivacidade, brincadeira, compadrio, alegria e festa. A expressão manhosa dos grandes mestres da política fez história.’.
No livro Assessoria de Imprensa: como fazer, de 2003 e da mesma editora, Rivaldo Chinem salienta nos tempos da ditadura brasileira ‘o presidente, general de quatro estrelas, nunca falava, só mandava recados aos cidadãos utilizando a figura do porta-voz.’ Mais: ‘Era outra época. Adotava-se a chamada política do caramujo, que se esconde no casco, ou dizia-se que o pessoal agia como avestruz: procurava esconder a cabeça para não ver os problemas, e a partir daí imagine então, leitor, o que isso podia significar.’.
‘Os grandes pilotos não vencem todos os grandes prêmios, mas disputam todas as provas como se pudessem vencê-las e procuram marcar pontos até nas corridas perdidas’, escreveu Franklin Martins no livraço Jornalismo político, de 2005, da editora Contexto, de São Paulo, maior cidade do Brasil e onde um prefeitável, José Serra (PSDB), entrou no pleito deste ano praticamente se considerando eleito e, hoje passa por dificuldade grande.
Interesse público é uma coisa. Interesse do público é outra coisa. Valendo para os 5.568 Municípios onde têm disputas eleitorais agora: o seu candidato, especialmente na seara dos candidatos a prefeito, se enquadra em algo aqui destacado?

Nota da Redação: Editorial da edição 146 do Jornal Cidade (Uruaçu), de 1º a 15/09/12 Uruaçu 23/09/12 - (Da Editoria-chefe)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Lourencinho: pés no chão

Lourencinho: faca e queijo não mão? Apenas
dessa forma, como mostra a foto

Hoje é Dia da Imprensa. A imprensa de muitas lutas e casos para noticiar... Pesquisas eleitorais têm se tornado assunto que anda impedindo gente em Uruaçu de dormir. Tem gente por aí quase suicidando, tem gente querendo forçar o grupo Cidade, que edita este Blog, não publicar pesquisas.
Prefeito de Uruaçu e candidato à reeleição, Lourencinho (PP) (foto) foi contatado no feriadão de 7 de setembro por um interlocutor que lhe fez proposta inusitada, ligando 2012 a 2014.
O sujeito disse que “estava autorizado” por pessoa que o próprio interlocutor rotula como patrão. A conversa que chegou para Lourencinho foi tipo assim: vamos trabalhar juntos, unidos, pois dessa forma ninguém toma de nós, ficaremos bonitos na foto, com a faca e o queijo na mão.
Lourencinho ficou meio que rouco de ouvir algumas colocações sem fundamento, agradeceu e despachou o interlocutor, que zarpou fora sem sucesso.

Uruaçu 10/09/12 - (Jota Marcelo - Blog do Jornal Cidade

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Namorada de Lourencinho, Monalisa estreou em palanque


Noite de 24 de agosto: no primeiro comício de Lourencinho (PP), que busca reeleição para prefeito em Uruaçu, a namorada dele, Monalisa Ferreira Ribeiro, fez sua estréia em palanque eleitoral e registrou mensagem de incentivo, pedindo voto para o 11. Claro, a enfermeira foi aplaudida (26/08/12)

Data no blog: Uruaçu 26/08/12 - (Jota Marcelo. Transcrito, sem adaptações, da coluna Social, do Jornal Cidade [Uruaçu], desta data)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Câmara Federal aprova MP que amplia Plano Brasil Maior

Rubens Otoni: “A aprovação da medida irá colaborar com
o incremento e o fortalecimento dos grandes investimentos no Brasil”

A Câmara dos Deputados aprovou dia 17 de julho, a Medida Provisória (MP 564/12) que regulamenta e amplia o programa Brasil Maior. A medida cria incentivos tributários e de crédito para o setor produtivo. O texto autoriza a União a injetar até R$45 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que a instituição aumente a sua capacidade de crédito. Os repasses da União para o banco passarão de RS55 bilhões para R$100 bilhões. 
Fica ampliado em até R$18 bilhões (de R$209 bilhões para R$227 bilhões) o limite dos financiamentos do BNDES e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para inovação tecnologia, produção de bens de consumo para exportação, projetos de engenharia e outros setores. A MP também estende a vigência da linha de crédito em um ano, até 31 de dezembro de 2013.
Para o deputado federal Rubens Otoni (PT-GO) a aprovação da MP demonstra que o governo Dilma Rousseff prioriza investimentos de grande porte e estimula a modernização do parque industrial brasileiro. “A aprovação da medida irá colaborar com o incremento e o fortalecimento dos grandes investimentos no Brasil”, enfatiza Otoni.
A medida também amplia o rol de setores beneficiados pelo programa Revitaliza, do BNDES, que garante taxas menores para empresas que possam ser afetadas negativamente pela conjuntura internacional. A MP inclui nesse grupo os setores de fabricação de calçados; instrumentos e materiais para uso médico e odontológico; artigos ópticos; equipamentos de informática e periféricos; material eletrônico e comunicações; brinquedos; móveis e outros artefatos de madeira; e, de transformados plásticos. 

Principais pontos 
Entre os dispositivos da MP 564 encontra-se a redução do custo de financiamentos para máquinas e equipamentos; estabelecimento, como forma de enfrentamento da crise mundial sobre a exportação brasileira, de incentivos para ampliar a participação de empresas de micro, pequeno e médio portes no comércio externo.
O texto prevê também a criação da Agência Brasileira Gestora de Fundos e Garantias S.A (ABGF). Além disso, autoriza a União a participar de fundos dedicados a operações de comércio exterior ou projetos de infraestrutura de grande vulto. A medida contempla ainda os Fundos de Desenvolvimento Regional e de Financiamento Estudantil (Fies).

Uruaçu 20/07/12 - (Agência Câmara de Notícias, Caderno Informes e Assessoria de Comunicação do congressista Rubens Otoni, sob adaptações, de 17/07/12). Postagem: Marcello Dantas