quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Marconi anuncia novo secretário de segurança pública

Cerca de uma hora atrás, 21h30 deste 22 de fevereiro, o governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou que Ricardo Balestreri comandará a pasta da segurança pública de Goiás.
Veja a postagem:

Ricardo Balestreri: posse dia 1º de março – Foto: Divulgação

‘O professor e historiador Ricardo Balestreri é o novo secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) do Estado de Goiás. Trata-se de profissional altamente qualificado e respeitado em todo o País. Balestreri é especialista na área, foi secretário nacional de Segurança Pública e modernizou a Força Nacional. Ele também criou a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), que ao longo dos anos qualificou dezenas de milhares de policiais.
Ricardo Balestreri chega a Goiânia nesta quinta-feira e farei sua apresentação em coletiva de imprensa, na sexta-feira. A posse está marcada para 1º de março’.

(Jota Marcelo)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

‘Caderno de Atividades Aprender +’ será potencializador do ensino e aprendizagem

Material pedagógico complementar, que inclui atividades de Língua Portuguesa e Matemática, foi lançado 21 de fevereiro. Mais de 150 mil estudantes de Goiás receberam o suporte.

 Ao todo, 150 mil estudantes e 8 mil professores das escolas estaduais dos 246 municípios goianos já receberam três volumes do material – Fotos: Mônica Salvador/Seduce

Raquel Teixeira (dir.) durante o evento: “O conteúdo, que é a parte mais importante do projeto, foi planejado e executado pela própria equipe pedagógica da Seduce. Ou seja, usamos nosso capital humano da maior qualidade. Isso me deixa extremamente orgulhosa”

Genuinamente goiano, o Caderno de Atividades Aprender + foi lançado no Palácio da Música Belkiss Spenzièri, do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), em Goiânia. Desenvolvido pela Superintendência de Inteligência Pedagógica da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce), o material pedagógico complementar amplia e sistematiza conhecimentos em Língua Portuguesa e Matemática, além de dar apoio ao trabalho do professor.
Direcionado, inicialmente, aos alunos dos 5º e 9º Anos do ensino fundamental e da 3ª Série do ensino médio, o Caderno é dividido nas disciplinas de Português e Matemática. Cada área do conhecimento é fragmentada em unidades, com 20 atividades no total. A intenção é de que o professor trabalhe cada unidade dentro de uma semana.
Ao todo, 150 mil estudantes e 8 mil professores das escolas estaduais dos 246 municípios goianos já receberam três volumes do Aprender + para serem trabalhados durante os três primeiros bimestres do ano letivo de 2017. Para Breno Pereira da Silva, do 9º Ano do ensino fundamental, trata-se de uma ferramenta de estudo que vai reforçar o aprendizado. “Será o nosso grande aliado, principalmente para quem gosta de testar seus conhecimentos. Já comecei a ler alguns textos e fazer algumas questões”, disse o estudante, que sonha em cursar História. 
A secretária Raquel Teixeira acredita que o suporte seja uma política pública que efetivamente fará diferença na aprendizagem do aluno. “O material é ágil, dinâmico, rico e interativo. Hoje a vida pede competências e habilidades que o estudante tem que usar de forma autônoma e crítica. Tenho certeza de que o Caderno, que é um reforço direcionado, contribuirá para isso. Logo veremos grandes impactos positivos”, afirmou em entrevista coletiva.
Os professores começam a trabalhar com o material de imediato, colocando as unidades de ensino estaduais de Goiás na dianteira do que existe de mais moderno em material didático sistematizado. Todos os docentes de Matemática e Português serão capacitados pela equipe pedagógica da Seduce para melhor aproveitarem o material. A primeira capacitação será em Anápolis, na próxima semana. Vale ressaltar que o Aprender + não retira a autonomia do professor, nem substitui os materiais didáticos já utilizados nas escolas; ele oferece apoio complementar.

Investimento e ampliação
Raquel Teixeira reforçou que o único gasto com a produção dos 478 mil exemplares do Aprender + foi a impressão, que custou R$1,4 milhão por meio de pregão. “O conteúdo, que é a parte mais importante do projeto, foi planejado e executado pela própria equipe pedagógica da Seduce. Ou seja, usamos nosso capital humano da maior qualidade. Isso me deixa extremamente orgulhosa”. 
A expectativa da Seduce é de que em 2018 todos os Anos e Séries recebam exemplares do material. No mesmo ano, a versão digital deve ser disponibilizada e utilizada plenamente pelas redes municipais de ensino. 
O Aprender +, que consiste em uma proposta de potencialização do processo ensino-aprendizagem, foi elaborado a partir dos conhecimentos e expectativas do Currículo Mínimo do Estado e da Matriz de Referência do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Papel social
O Aprender + vai além de um Caderno de Atividades. Cumprindo um papel social significativo, o material é um instrumento de sistematização, ampliação e continuidade dos estudos tanto dentro quanto fora do ambiente escolar, possibilitando melhor aprendizagem. As atividades propostas exploram habilidades de pensamento como: identificar, compreender, aplicar, resolver problemas e interpretar enunciados e textos.
Os diretores e coordenadores pedagógicos vão acompanhar os resultados desse instrumento inovador e poderão identificar, ao longo dos Anos/Séries, as lacunas na aprendizagem em tempo hábil para as possíveis intervenções nas dificuldades dos estudantes.
O projeto integra o compromisso do Governo de Goiás, por meio da Seduce, de ter a excelência e a equidade como pilares norteadores das políticas públicas de educação, cultura e esporte, sobretudo a partir das escolas estaduais.

(Informações: Comunicação Setorial da Seduce)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Vereador por Uruaçu, Raimundo Ferreira lembra: 20 de fevereiro é o 'Dia Mundial da Justiça Social'

Vereador por Uruaçu em primeiro mandato, Raimundo Ferreira (PROS) (foto) destaca que hoje, segunda-feira, 20 de fevereiro, é o Dia Mundial da Justiça Social. Em dados de agências de notícias, a data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007 e celebrada inicialmente no ano 2009. Como fundamento para a sua criação, trata-se de importante reforço para o estabelecimento das metas propostas pela ONU na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Social, realizada em Copenhague (Dinamarca), em 1995 e, da mesma forma em outros eventos mundiais. Orientação da ONU: alcançar a justiça social significa promover uma convivência pacífica e saudável entre as nações, eliminando barreiras do preconceito, seja por motivos de raça, etnia, religião, idade ou cultura, por exemplo. – Foto: Márcia Cristina/Arquivo

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Secretário Vilmar Rocha: ‘Vamos levar o Goiás Solar a todas as regiões do estado’

No lançamento do Goiás Solar, Vilmar Rocha, titular da Secima, disse que programa fomenta uso de energia solar em áreas urbanas e rurais, “aumentando a participação desse tipo de energia na matriz energética, trazendo maior segurança aos consumidores e diversificação no atendimento, contribuindo para melhorar a qualidade de vida” – Foto: Divino Luiz/Secima

Governo estadual porta intuito de incentivar a geração e o consumo de energia solar fotovoltaica. Govenador Marconi (assinando): “Logo, logo, todas as empresas vão se interessar por esse movimento que estamos começando no nosso estado– Foto: Mantovani Fernandes/Governo de Goiás

Secretário Vilmar Rocha: “Maior segurança aos consumidores e diversificação no atendimento à população e empresas, contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos cidadãosFoto: Márcia Cristina/JC

José Nunes, presidente da Enel Goiás: “A energia do desperdício não nos interessa. Só a energia lucrativa” Foto: Márcia Cristina/JC

Para o deputado Simeyzon Silveira, representante oficial da Assembleia na cerimônia, abordagem da questão ambiental que ela traz consigo é aspecto que torna a iniciativa ainda mais digna de aplausos – Foto: Ruber Couto/Assembleia Legislativa

Solenidade reuniu centenas de interessados – Foto: Mantovani Fernandes/Governo de Goiás

Energia limpa e mais barata: anseio mundial Foto: Jota Marcelo/JC

Transformar o estado em referência nacional no consumo e geração de energia solar. Esse é o objetivo do programa Goiás Solar, lançado em 16 de fevereiro, pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), em solenidade no Palácio das Esmeraldas/Goiânia. Inédito no país, a iniciativa é executada por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), comandada por Vilmar Rocha.
Segundo o governador, essa é mais uma iniciativa da gestão estadual, que visa garantir à população goiana melhor qualidade de vida. “Eu me empolgo cada vez mais com essas responsabilidades, na contramão do que está fazendo o [Donald] Trump, no sentido de efetivamente valorizarmos as políticas voltadas à redução dos efeitos tão danosos ao meio ambiente, como efeito estufa e aquecimento global. Nós aqui em Goiás estamos trabalhando firmemente para buscar essas alternativas que possam garantir uma qualidade de vida melhor às gerações de hoje é às gerações do futuro”, afirmou. No país, Goiás é o segundo em incidência de radiação solar, perdendo apenas para uma região localizada entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco.
Marconi pontuou que Goiás já é um grande produtor de biodiesel e biomassa e disse acreditar que em breve muitas empresas se interessarão em investir no desenvolvimento da nova energia limpa. “Teremos a primeira experiência aqui em Goiás com o consórcio de energia cogerado com o solar, que será desenvolvido pelo setor privado em Goianésia [cidade do Vale do São Patrício]. E agora começamos um concurso pelo programa Goiás Solar para energia solar. Logo, logo, todas as empresas vão se interessar por esse movimento que estamos começando no nosso estado”, afirmou.
No discurso, o governador frisou sobre a importância da primeira reunião pública com a presença de José Nunes, presidente da Enel Distribuição Goiás, pertencente à Enel Brasil S.A., subsidiária da italiana Enel S.p.A. (Enel), que arrematou a Celg Distribuição (Celg D), empresa de distribuição de energia de Goiás, controlada até então pela Eletrobrás. “Temos muita confiança de que a Enel será uma parceira estratégica de altíssima importância, agregando valor à nossa economia, especialmente nessa área das energias renováveis.”
Marconi Perillo agradeceu ainda a dedicação de Vilmar Rocha à frente da Secima: “Agradeço muito o secretário Vilmar Rocha pelo comprometimento que tem não só na área de energia, mas em todas as áreas da Secretaria dele, que é muito ampla. Ele se envolve e se preocupa com cada uma das linhas de atuação da Secima”.
José Nunes fez rápido pronunciamento, informando que o intuito da empresa visa a realização de melhorias internas, viabilizando o quanto antes o que estabelece a parte reguladora, inclusive com redução máxima de barreiras. Agradecendo por participar e elogiando a iniciativa, expôs que o ato não se tratava de um “simples lançamento”.
Ao Jornal Cidade, José Nunes foi mais além, quando abordado sobre algo que dissera aos presentes – “A energia do desperdício não nos interessa. Só a energia lucrativa”. Ele esclareceu: “Energia é algo precioso, que não pode ser desperdiçada por ninguém, pois tem custos. Não queremos ver desperdício em parte alguma. Defendemos somente a energia lucrativa, sem a ninguém prejudicar”.
Sobre o fato de estar, na data, apenas no segundo dia exercendo publicamente a função presidencial, comentou que ele e toda a equipe da empresa se encontram à disposição para tratar de assuntos do segmento. “A Enel atua também com essa fonte de energia e nossa contribuição em Goiás será toda positiva”.

Economia anual para o Governo de Goiás é estimada em R$24 milhões
Diretor da Solbras Sinergia, Rui Ruas detalhou para repleto público as diretrizes do programa e afirmou que, por meio da Goiás Fomento e de incentivos fiscais, o Governo de Goiás poderá, num futuro próximo, expandir o planejamento da matriz energética solar fotovoltaica para o estado inteiro e atingir todas as empresas goianas.
“Estamos diante de um projeto que é completo em sustentabilidade, ecologicamente correto e socialmente justo. Então, chega sendo muito bem-vindo o Goiás Solar. Trata-se de um programa que permitirá ao Governo de Goiás se tornar totalmente autossuficiente em energia solar”, disse.
O Governo de Goiás idealizou ter uma experiência piloto, com o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, sua sede administrativa, passando a funcionar com o uso dessa fonte renovável. Segundo Rui Ruas, a economia anual para a gestão estadual seria inicialmente estimada em R$24 milhões. Ele citou o exemplo de uma empresa do Centro de Goiânia consumidora de baixa tensão que pagava por mês cerca de R$2 mil em energia elétrica convencional e passou a gastar R$170, a partir do uso de energia solar, alcançando uma economia de 91,5%. O investimento foi de R$200 mil, mas hoje sairia por R$150 mil.
Presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia agradeceu a parceria e o empenho da gestão estadual e disse que Goiás está saindo à frente da maioria dos estados brasileiros ao apostar nessa nova tecnologia. De acordo com Sauaia, o programa é uma grande oportunidade para o estado atingir objetivos estratégicos de sustentabilidade, como a redução de CO2 na atmosfera.
“Quero agradecer o governo estadual e destacar o profissionalismo, comprometimento e a dedicação da equipe da Secima em viabilizar essa parceria. Hoje é um dia histórico, pois o lançamento desse programa marca um passo importante em que podemos trazer para a população mais informações sobre os benefícios práticos da energia solar fotovoltaica para a sociedade, que não é tecnologia de rico, mas de todas as pessoas”, pontuou o jovem executivo. Antes do evento, falando para diversos veículos de comunicação, inclusive o Jornal Cidade, Sauaia comentou que a energia debatida resulta em distintas vantagens para o consumidor, com redução de custos. “Com esse tipo de tecnologia, é possível reduzir em 80 a 90% os gastos com energia elétrica. É de baixo impacto, exige pouca manutenção e é também a oportunidade para fazer investimento que proporciona economia, em se tratando de futuro”.
Ao usar a palavra, Vilmar Rocha explicou que, apesar de estar sendo lançado por agora, várias ações do programa já estão em andamento no estado, destacando, também em entrevista coletiva: tudo que a Secima começa tem meio e fim. Ele pontuou como principal exemplo a inserção de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para micro e minigeração de energia solar. De acordo com ele, Goiás é pioneiro nessas ações, juntos com os estados São Paulo e Pernambuco.
“Vamos levar o Goiás Solar a todas as regiões do estado, fomentando o uso de energia solar em áreas urbanas e rurais, aumentando a participação desse tipo de energia na matriz energética, trazendo maior segurança aos consumidores e diversificação no atendimento à população e empresas da região e, principalmente, contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, atestou o assessor de Marconi.
O presidente da Goiás Fomento, Henrique Tibúrcio, lembrou que nesta semana a empresa de economia mista do Governo de Goiás ampliou de R$50 mil para R$200 mil a linha de financiamento para empresas de energia solar fotovoltaica. Segundo ele, quando Vilmar Rocha apresentou o projeto, a Goiás Fomento viu a proposta como excelente oportunidade para geração de emprego e renda, além de colaborar com ações em prol da sustentabilidade no estado.
“A Goiás Fomento viu que, com essa linha de crédito, nós teríamos um projeto que toda instituição financeira quer financiar, pois se trata de uma economia visível, com inadimplência muito baixa. É algo palpável. Portanto, a Goiás Fomento teve todo interesse em aprovar o mais rápido possível essa ampliação no limite de crédito. Como já dito aqui, a energia solar é uma tecnologia que precisa ser disseminada para toda a sociedade”, assinalou Tibúrcio.

Participantes
Entre os secretários/assessores governamentais participantes, além de Vilmar Rocha e Henrique Tibúrcio, participaram Joaquim Mesquita (Gestão e Planejamento); Luiz Maronezi (Desenvolvimento); Lêda Borges (Cidadã); Sérgio Cardoso (Articulação Política); Bráulio Morais (CelgPar); e, Luiz Stival (Agehab).
E, os deputados estaduais Daniel Messac (PSDB); Francisco Jr (PSD); Lincoln Tejota (PSD); e, Simeyzon Silveira (PSC).
Também, Pedro Alves de Oliveira (presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás); e, Melchior Luiz Duarte de Abreu Filho (diretor para Assuntos Políticos da Câmara de Dirigentes Lojistas de Goiânia).
Na parte da fala dele, contendo cinco eixos, Vilmar Rocha abriu espaços para diferentes técnicos exporem informações, entre eles, Danúsia Oliveira (superintendente de energia, telecomunicações e infraestrutura); e, representando o secretário da Fazenda, Fernando Navarrete, o superintendente da Sefaz Goiás, Adonídio Neto Vieira Júnior, que fez entrega do projeto de lei que sugere a isenção de ICMS para equipamento e insumos prioritários na construção de usinas fotovoltaicas.

Simeyzon presidiu Fórum
Oficialmente, Simeyzon representou a Assembleia Legislativa na cerimônia e, conforme informações da Casa de Leis, durante o primeiro biênio, enquanto presidente da Comissão de Minas e Energia (CME) do Poder Legislativo goiano, o parlamentar criou e presidiu o Fórum de Discussão Permanente de Assuntos Relacionados ao Setor Energético. Segundo Vilmar Rocha, esta plataforma de debates teve fundamental importância para fomentar o processo que levou o Executivo a desenvolver o programa.
Reuniões oficiais realizadas mensalmente e diversos outros encontros, conferências e visitas a municípios do interior respaldaram Simeyzon a trabalhar o fomento de matrizes energéticas renováveis e não degradáveis (em especial por sistema solar fotovoltaico), com objetivo de integrá-las à matriz hidráulica em Goiás. Para isso, ele contou com uma interlocução contínua feita entre representantes do Governo de Goiás, da prefeitura de Goiânia, de entidades fiscalizadoras, do setor produtivo, de instituições de ensino e pesquisa e da sociedade civil.
De acordo com o parlamentar, as articulações feitas no Fórum sempre objetivaram medidas relativas a questões tributárias, de financiamento, desburocratização, infraestrutura, desenvolvimento da cadeia produtiva e educação e conscientização.
O deputado ressaltou, ainda, a satisfação dele em ter podido contribuir para o desenvolvimento econômico estadual, já que, em sua perspectiva, a energia elétrica é a mola propulsora para o crescimento de qualquer país. Outro aspecto que, segundo ele, torna a iniciativa ainda mais digna de aplausos, é a abordagem da questão ambiental que ela traz consigo.
Atendendo a imprensa, Simeyzon Silveira categorizou que avançar na questão de energias sustentáveis e renováveis, realidade exitosa vista em todo o mundo, é um passo fundamental sem volta. “Com esse programa, acredito que iremos gerar ambiente para essas fontes se instalarem de vez em Goiás”, manifestou, acrescentando que a Unidade Federativa detém potencial enorme, mas pouco utilizado.
Perguntado pelo Jornal Cidade o que teria a dizer aos que ainda têm dúvidas ou receios, Simeyzon respondeu que, tanto o Governo de Goiás, como representantes privados do setor, são qualificados para tecerem esclarecimentos quantas vezes forem necessárias. “Com muito trabalho, o programa de regulamentação específica é realidade. É justamente esse programa que o Fórum discutiu e discute com a gestão estadual, a sociedade civil organizada e junto aos grupos que pretendem se envolver com a alternativa, que é muito positiva”.
O parlamentar disse também ao quinzenário que quanto maior for o interesse e a adesão de consumidores das áreas pública e privada ao programa, mais dinâmica e popular será a expansão do mesmo. “É um assunto que atende ao interesse maior de todos, com utilização de energia limpa por um preço bem menor”.
Leia mais na submatéria.

Programa Goiás Solar tem eixos de atuação

A iniciativa é parte do esforço do Governo de Goiás para a elaboração de políticas públicas e adoção de medidas que incentivem o consumo e a geração de energias limpas e renováveis, especialmente a solar, valorizando os recursos naturais estratégicos para o crescimento sustentável da economia goiana, o desenvolvimento de novos negócios, a geração de empregos, a preservação ambiental e o incentivo da cadeia produtiva.
Goiás ocupa a 14ª colocação no país na geração fotovoltaica. “É a energia do futuro”, já dizia em 2015, Vilmar Rocha, secretário estadual de meio ambiente, recursos hídricos, infraestrutura, cidades e assuntos metropolitanos, quando tratativas sobre o assunto já eram praticadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

Pontos estratégicos
​O programa Goiás Solar, apresentado oficialmente dia 16 de fevereiro, conforme mostra a reportagem principal, prevê como pontos estratégicos a atenção às questões de tributação, financiamento, desburocratização, desenvolvimento da cadeia produtiva, educação e comunicação, com foco no alinhamento entre política de estado e municípios.
Atende aos interesses dos segmentos público, privado, universidades e sociedade com foco em energias de fontes renováveis. Entre as principais ações da iniciativa estão:
-Criação da linha de crédito FCO SOL (FCO: Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste – http://www.sed.go.gov.br/post/ver/193333/fco), com lançamento programado para o primeiro semestre de 2017.
-Simplificação do licenciamento ambiental para os empreendimentos de energia solar fotovoltaica.
-Instalação de placas de geração de energia fotovoltaica nas casas de habitação social, viabilizadas através da Agência Goiana de Habitação (Agehab), já em andamento.
​Além dessas ações, o Goiás Solar também buscará articular, com outras instituições financeiras públicas e privadas, o lançamento de linhas de crédito adequadas ao fomento da energia solar fotovoltaica, promoverá a interlocução com as concessionárias para a simplificação e agilidade dos processos de habilitação dos empreendimentos, viabilizará o acesso a suprimento de energia para consumidores em geral, melhorando a qualidade e o acesso as linhas de transmissão, a eficiência e a competitividade. Representantes da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil participaram do evento, com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e, Vilmar Rocha agradecendo efusivamente tais presenças em suas falas no evento.
Dentro dos cinco eixos de atuação, um volta-se para a conscientização sobre os benefícios e as qualidades da energia solar fotovoltaica, buscando promover a capacitação e formação de profissionais para atuar em todas as etapas da cadeia produtiva da energia solar fotovoltaica.

(Informações, sob adaptações e, acréscimo de dados da Redação: Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás e Assembleia Legislativa. Com Jota Marcelo e Márcia Cristina)

Aniversariante de 17 de fevereiro - Sil e o valor familiar

Completando mais um ano de vida em 17 de fevereiro, Alacir Freitas Carvalho (mais conhecido por Sil) é o presidente da Câmara Municipal de Uruaçu para 2017. Religioso, dedicado para com a família, nesta foto de 1º de janeiro último, Sil, defensor da valorização familiar, aparece com a esposa Luiza de Oliveira Conceição Freitas e o filho Arthur Matheus.

(Jota Marcelo. Foto: Márcia Cristina)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Em depoimento à Justiça, Delcídio diz que Lula inventou CPI do Cachoeira para se vingar de Marconi. "Perceberam que o chumbo ia bater em quem queria se vingar", disse Delcídio

Marconi: “Não há dúvida de que a CPI foi uma vindita pessoal do ex-presidente contra a minha pessoa” - Foto: Governo de Goiás/Divulgação
O ex-senador Delcídio do Amaral afirmou, em depoimento à Justiça Federal do Rio de Janeiro, que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira foi criada pelo governo do PT como "vingança" contra o governador Marconi Perillo. Ao depor como testemunha no processo da Operação Saqueador, o ex-parlamentar revelou ainda que a investigação foi alvo de 'operação abafa' depois que começaram a aparecer menções sobre o envolvimento do doleiro Adir Assad, elo entre Cachoeira e os petistas.
Assad está preso desde o ano passado por envolvimento nas investigações da Operação Lava Jato. Segundo a denúncia, empresas ligadas a Adir Assad emitiam notas frias para beneficiar integrantes do esquema de lavagem de dinheiro da Petrobras. "Havia um ranço da época do mensalão, e especificamente em relação ao governador Marconi Perillo. Na época para ter votos ou não, assinatura suficiente para ter CPI dos Correios ou não, parece que houve um diálogo que não surtiu efeito. Ficou essa mágoa", disse Delcídio em depoimento nesta quinta-feira.
Em 2014, o governador Marconi Perillo foi absolvido pelo Conselho Superior do Ministério Público que arquivou, por ausência de provas, procedimento investigatório sobre supostas ligações dele com o empresário Carlos Cachoeira. O inquérito foi instaurado pelo Ministério Público, em 2012, por ato da Procuradoria Geral de Justiça. A CPI também acabou encerrada sem indiciamentos, também por falta de provas ou evidências.
Delcídio disse ainda durante o depoimento à Justiça Federal que as quebras de sigilos da CPI do Cachoeira indicavam empresas "que poderiam levar a doações de campanha, obras em andamento" que atingiam o governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Perceberam que o chumbo ia bater em quem queria se vingar", disse Delcídio. "Virou uma CPI nacional", diz o ex-senador. Segundo ele, "Lula foi incentivador da CPI, porque imaginava que seria uma CPI regional".
O ex-senador disse ainda que a decisão de abafar a CPI do Cachoeira, em função do temor de que ela se voltasse contra o governo, Lula e o PT, foi tomada pelos líderes petistas com conhecimento do Palácio do Planalto. 

Sem provas, investigação foi arquivada pelo Ministério Público
A inconsistência das acusações apresentadas pela Operação Monte Carlo levaram o Conselho Superior do Ministério Público de Goiás a arquivar, em dezembro de 2014, a investigação por falta de provas. Parecer da procuradora Ana Cristina Ribeiro Peternella pelo arquivamento da Operação Monte Carlo foi submetida e aprovada ao colegiado. Com isso, o governador foi excluído da investigação.
Em coletiva à época da decisão, em 2 de dezembro de 2014, o governador disse que já esperava tal decisão, não sendo para ele “surpresa”. Marconi ressaltou que tratava-se da manifestação de um órgão colegiado, que goza de grande credibilidade junto à população. Indagado sobre o comportamento dos adversários, durante o processo de investigação, ele disse que enxergou nisso um “total exagero”, uma vez que os fatos apurados deixaram claro sua inocência.  Marconi afirmou ainda que considera o assunto “página virada”. Por isso, só irá propor ações de indenização por dano moral se seus advogados entenderem que houve ofensas “muito graves” à sua honra. “Do contrário, darei esse assunto por encerrado”, acrescentou.
Á época, o governador disse que a decisão do Ministério Público de Goiás deveria repercutir no âmbito da investigação que corre no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Embora, na visão de Marconi, a população goiana já tenha feito o julgamento das acusações, ao confiar a ele mais um mandato, é importante a reparação, porque houve “desproporcionalidade” entre a realidade dos fatos e a acusação que lhe foi atribuída.
“Não há dúvida de que a CPI foi uma vindita pessoal do ex-presidente contra a minha pessoa”, afirmou, referindo-se ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Marconi observou que a resposta da população nas urnas foi importante, porque demonstrou o nível de confiança no governo. Ele disse ainda torcer para que a imprensa dê à decisão do Ministério Público os mesmos espaços que deu aos acusadores. “Estou feliz com esta decisão, porque representa, acima de tudo, justiça”, arrematou à época (Conteúdo também postado na página eletrônica do Jornal Cidade: http://www.jotacidade.com/noticias/index.php?noticia_link=4 -, link Nacionais).

(Informações: Imprensa Governo de Goiás)

Marconi diz que Goiás busca alternativas para ser referência nacional na geração e no consumo de energia solar

“Eu me empolgo cada vez mais com essas responsabilidades, na contramão do que está fazendo o [Donald] Trump, no sentido de efetivamente valorizarmos as políticas voltadas à redução dos efeitos tão danosos ao meio ambiente, como efeito estufa e aquecimento global. Nós aqui em Goiás estamos trabalhando firmemente para buscar essas alternativas que possam garantir uma qualidade de vida melhor às gerações de hoje é às gerações do futuro”, discursou o governador Marconi Perillo 

 
Marconi (centro) e outras autoridades durante o evento

Marconi: “Agradeço muito o secretário Vilmar Rocha pelo comprometimento que tem não só na área de energia, mas em todas as áreas da secretaria dele, que é muito ampla. Ele se envolve e se preocupa com cada uma das linhas de atuação da Secima” – Fotos: Mantovani Fernandes

A estimativa é de economia anual para o Governo de Goiás em torno de R$24 milhões, a partir do uso da fonte renovável. Trata-se de uma ação que permitirá ao Governo de Goiás se tornar totalmente autossuficiente em energia solar.

Transformar o Estado em referência nacional no consumo e geração de energia solar. Esse é o objetivo do programa Goiás Solar, lançado na tarde de 16 de fevereiro, pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), em solenidade no Palácio das Esmeraldas (Goiânia). Inédito no país, o programa é executado por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).
Segundo o governador, essa é mais uma iniciativa do governo estadual, que visa garantir à população goiana melhor qualidade de vida. “Eu me empolgo cada vez mais com essas responsabilidades, na contramão do que está fazendo o [Donald] Trump, no sentido de efetivamente valorizarmos as políticas voltadas à redução dos efeitos tão danosos ao meio ambiente, como efeito estufa e aquecimento global. Nós aqui em Goiás estamos trabalhando firmemente para buscar essas alternativas que possam garantir uma qualidade de vida melhor às gerações de hoje é às gerações do futuro”, afirmou.
Marconi ressaltou que Goiás já é um grande produtor de biodiesel e biomassa e disse acreditar que em breve muitas empresas se interessarão em investir no desenvolvimento da nova energia limpa. “Teremos a primeira experiência aqui em Goiás com o consórcio de energia cogerado com o solar, que será desenvolvido pelo setor privado em Goianésia. E agora começamos um concurso pelo Programa Goiás Solar para energia solar. Logo, logo, todas as empresas vão se interessar por esse movimento que estamos começando no nosso estado”, afirmou.
Em discurso, ressaltou a importância da primeira reunião pública com a presença do novo presidente da Celg D, José Nunes. “Temos muita confiança de que a Enel será uma parceira estratégica de altíssima importância, agregando valor à nossa economia, especialmente nessa área das energias renováveis.”
Marconi agradeceu ainda a dedicação do secretário Vilmar Rocha à frente da Secima: “Agradeço muito o secretário Vilmar Rocha pelo comprometimento que tem não só na área de energia, mas em todas as áreas da secretaria dele, que é muito ampla. Ele se envolve e se preocupa com cada uma das linhas de atuação da Secima”.

Economia anual para o Governo de Goiás é estimada em R$24 milhões
Diretor da Solbras Sinergia, Rui Ruas detalhou as diretrizes do programa e afirmou que, por meio da Goiás Fomento e de incentivos fiscais, o Governo de Goiás poderá, num futuro próximo, expandir o planejamento da matriz energética solar fotovoltaica para o estado inteiro e atingir todas as empresas goianas.
“Estamos diante de um projeto que é completo em sustentabilidade, ecologicamente correto e socialmente justo. Então, chega sendo muito bem-vindo o programa Goiás Solar. Trata-se de um programa que permitirá ao Governo de Goiás se tornar totalmente autossuficiente em energia solar”, disse.
Segundo Rui Ruas, a economia anual para o Governo de Goiás é estimada em R$24 milhões a partir do uso da fonte renovável. Ele citou o exemplo de uma empresa goiana consumidora de baixa tensão que pagava por mês cerca de R$2 mil em energia elétrica convencional e passou a gastar R$170, a partir do uso de energia solar, alcançando uma economia de 91,5%.
Presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia agradeceu a parceria e o empenho da gestão estadual e disse que Goiás está saindo à frente da maioria dos estados brasileiros ao apostar nessa nova tecnologia. De acordo com Sauaia, o programa Goiás Solar é uma grande oportunidade para o estado atingir objetivos estratégicos de sustentabilidade, como a redução de CO2 na atmosfera.
“Quero agradecer o governo estadual e destacar o profissionalismo, o comprometimento e a dedicação da equipe da Secima em viabilizar essa parceria. Hoje é um dia histórico, pois o lançamento desse programa marca um passo importante em que podemos trazer para a população mais informações sobre os benefícios práticos da energia solar fotovoltaica para a sociedade, que não é tecnologia de rico, mas de todas as pessoas”, pontuou.
Em discurso, o secretário da Secima, Vilmar Rocha, explicou que, apesar de estar sendo lançado hoje, várias ações do programa já estão em andamento no estado. Ele destacou como principal exemplo a inserção de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para micro e minigeração de energia solar. Segundo ele, Goiás é pioneiro nessas ações, juntos com os estados São Paulo e Pernambuco.
“Vamos levar o Goiás Solar a todas as regiões do estado, fomentando o uso de energia solar em áreas urbanas e rurais, aumentando a participação desse tipo de energia na matriz energética, trazendo maior segurança aos consumidores e diversificação no atendimento à população e empresas da região e, principalmente, contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, atestou Vilmar Rocha.
O presidente da Goiás Fomento, Henrique Tibúrcio, lembrou que nesta semana a empresa de economia mista ampliou de R$50 mil para R$200 mil a linha de financiamento para empresas de energia solar fotovoltaica. Segundo ele, quando o secretário Vilmar Rocha apresentou o projeto, a Goiás Fomento viu a proposta como excelente oportunidade para geração de emprego e renda, além de colaborar com ações em prol da sustentabilidade no estado.
“A Goiás Fomento viu que, com essa linha de crédito, nós teríamos um projeto que toda instituição financeira quer financiar, pois se trata de uma economia visível, com inadimplência muito baixa. É algo palpável. Portanto, a Goiás Fomento teve todo interesse em aprovar o mais rápido possível essa ampliação no limite de crédito. Como já dito aqui, a Energia Solar é uma tecnologia que precisa ser disseminada para toda a sociedade", ressaltou Tibúrcio.
Representando o secretário da Fazenda, Fernando Navarrete, o superintendente da Sefaz, Adonídio Neto Vieira Júnior, fez a entrega do projeto de lei que sugere a isenção de ICMS para equipamento e insumos prioritários na construção de usinas fotovoltaicas.

Entenda o programa Goiás Solar
A iniciativa é parte do esforço do Governo de Goiás para a elaboração de políticas públicas e adoção de medidas que incentivem o consumo e a geração de energias limpas e renováveis, especialmente a solar, valorizando os recursos naturais estratégicos para o crescimento sustentável da economia goiana, o desenvolvimento de novos negócios, a geração de empregos, a preservação ambiental e o incentivo da cadeia produtiva.
​O programa prevê como pontos estratégicos a atenção às questões de tributação, financiamento, desburocratização, desenvolvimento da cadeia produtiva, educação e comunicação, com foco no alinhamento entre política de estado e municípios. Atende aos interesses dos segmentos públicos, privado, universidade e sociedade com foco em energias de fontes renováveis.
Entre as principais ações do programa estão:
-Criação da linha de crédito FCO SOL, com lançamento programado para o primeiro semestre de 2017;
-Simplificação do licenciamento ambiental para os empreendimentos de energia solar fotovoltaica;
-Instalação de placas de geração de energia fotovoltaica nas casas de habitação social, viabilizadas através da Agência Goiana de Habitação (Agehab) (já em andamento).
​Além dessas ações, o Goiás Solar também buscará articular, com outras instituições financeiras públicas e privadas, o lançamento de linhas de crédito adequadas ao fomento da energia solar fotovoltaica, promoverá a interlocução com as concessionárias para a simplificação e agilidade dos processos de habilitação dos empreendimentos, viabilizará o acesso a suprimento de energia para consumidores em geral, melhorando a qualidade e acesso as linhas de transmissão, a eficiência e a competitividade.
​O programa tem ainda um eixo de atuação voltado para a conscientização sobre os benefícios e as qualidades da energia solar fotovoltaica e buscará promover a capacitação e formação de profissionais para atuar em todas as etapas da cadeia produtiva da energia solar fotovoltaica.

(Informações, sob adaptações e, acréscimo de dados: Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás. Com Jota Marcelo e Márcia Cristina)